Dra. Maria Célia MC de Macedo – CRP nº 10/09245
A prática clínica integrativa vai além do alívio imediato: ela é um processo contínuo, que gera valor cumulativo e amplia a capacidade de viver com presença, autonomia e saúde.
Esse investimento fortalece:
A Neuropsicologia e a Neuromodulação complementam a psicoterapia, com avaliações precisas e estímulos cerebrais que promovem novos caminhos de funcionamento.
Aqui, cada atendimento é pensado de forma personalizada, acolhedora e técnica — porque o que é importante para você se torna prioridade para mim.
Eu sou Maria Célia MC de Macedo.
Mãe, avó e psicóloga.
Aprendi que a vida é um organismo vivo:
pede equilíbrio, propósito e cuidado.
Cuido da minha mente para cuidar da sua:
movimento, boa alimentação, sono…
e terapia, sempre.
Acredito na ciência que orienta,
na fé que sustenta,
e no amor que integra corpo, mente, emoções e espírito.
Na clínica, cada pessoa é única.
Criamos juntos um caminho de segurança, técnica e acolhimento. Cuidar da mente é um investimento para toda a vida. E eu estou aqui para caminhar com você.
A psicoterapia fenomenológica é uma forma de cuidar da saúde mental que olha para a pessoa inteira, não só para o sintoma. Ela busca entender como você vive, sente, percebe e dá sentido às suas experiências. É uma terapia que acolhe, escuta profundamente e trabalha junto com você para reorganizar a experiência, aumentar a clareza, diminuir o sofrimento e fortalecer sua forma única de existir. É um caminho de autoconhecimento, liberdade e transformação real.
É a área que estuda a relação entre o funcionamento do cérebro e o comportamento humano. Na prática clínica, utiliza avaliação especializada para compreender como atenção, memória, linguagem, emoções e funções executivas influenciam o modo de pensar, sentir e agir. Esse entendimento orienta intervenções personalizadas, favorecendo reabilitação, adaptação funcional e melhor qualidade de vida, sempre considerando a singularidade de cada pessoa.
É um conjunto de recursos terapêuticos não invasivos que atuam na regulação do funcionamento cerebral por meio de estímulos controlados. Na prática clínica integrativa, é utilizada para favorecer plasticidade neural, equilíbrio emocional, atenção e bem-estar, potencializando os efeitos da psicoterapia e respeitando a singularidade e os objetivos de cada pessoa.
Aqui você encontra equipamentos clínicos profissionais, utilizados nos principais centros de neurociência aplicada.




É um treino cerebral guiado pelo próprio cérebro. Por meio de sensores, a atividade elétrica é monitorada em tempo real e transformada em feedback, ajudando o paciente a desenvolver autorregulação. Na prática integrativa, é indicado para atenção, memória, ansiedade, estresse, impulsividade e melhora do desempenho cognitivo e emocional, sempre associado ao acompanhamento psicoterapêutico.
Utiliza correntes elétricas leves e controladas para modular áreas específicas do cérebro. Na clínica integrativa, é aplicada para favorecer plasticidade neural, melhorar foco, humor, controle emocional e apoiar processos de reabilitação cognitiva, potencializando os efeitos da psicoterapia.
É um recurso que treina a autorregulação entre coração e cérebro por meio da respiração e do monitoramento do ritmo cardíaco. Na prática integrativa, a VFC é utilizada para reduzir estresse e ansiedade, melhorar regulação emocional, foco e qualidade do sono, fortalecendo o equilíbrio do sistema nervoso e ampliando a consciência corporal como apoio ao processo psicoterapêutico.
Utiliza correntes elétricas leves e controladas para modular áreas específicas do cérebro. Na clínica integrativa, é aplicada para favorecer plasticidade neural, melhorar foco, humor, controle emocional e apoiar processos de reabilitação cognitiva, potencializando os efeitos da psicoterapia.
Atua sobre o sistema nervoso autônomo, promovendo equilíbrio entre ativação e relaxamento. É especialmente utilizada para redução de estresse, ansiedade, sintomas depressivos e regulação emocional, auxiliando o corpo e a mente a saírem de estados de alerta crônico.
Emprega luz de baixa intensidade para estimular o metabolismo cerebral e processos de recuperação neural. Na prática integrativa, é utilizada como suporte em fadiga mental, dificuldades cognitivas, dor crônica e processos inflamatórios, contribuindo para maior clareza mental e bem-estar geral.
✅ tDCS (Estimulação Transcraniana por Corrente Contínua)
✅ tVNS (Estimulação do Nervo Vago)
✅ Fotobiomodulação
✅ Mindfulness e Técnicas de Regulação Emocional
✅ Protocolos para foco, presença, consciência corporal, redução
do estresse e equilíbrio interno.
Pessoas reais, mudanças reais. Veja como nosso atendimento ajudou pacientes a retomarem o equilíbrio e o bem estar
Com a Dra. Maria Célia aprendi a voltar para mim. Minha atenção melhorou, meu emocional ficou mais estável e finalmente consigo tomar decisões com clareza. É muito mais que terapia… é transformação real.

Administradora
O neurofeedback mudou meu jeito de pensar e agir. Nunca imaginei que estimular meus circuitos cerebrais me ajudaria tanto no controle da ansiedade. A Dra. Maria Célia é técnica, acolhedora e extremamente humana.

Advogado
Depois das sessões, eu percebi como minha memória voltou a fluir. Me sinto mais presente e consciente na minha rotina. A abordagem integrativa dela é simplesmente única.

Artista manual
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Na prática integrativa, Neurofeedback e Neuromodulação costumam gerar dúvidas sobre segurança, indicação e objetivos terapêuticos. De forma geral, tratam-se de recursos não invasivos, baseados em fundamentos neurocientíficos, que buscam modular padrões de funcionamento cerebral associados a dificuldades cognitivas, emocionais e comportamentais. O Neurofeedback utiliza o próprio sinal elétrico do cérebro como guia de treino, favorecendo autorregulação de atenção, memória e regulação emocional. Já a Neuromodulação (como tDCS, tVNS ou fotobiomodulação) atua por estimulação controlada, sempre integrada à avaliação clínica, neuropsicológica e ao acompanhamento psicoterapêutico.
Na abordagem integrativa, eles não substituem a psicoterapia, mas potencializam o processo terapêutico, especialmente quando há lentidão de resposta, rigidez emocional, instabilidade atencional ou sofrimento persistente. A decisão é sempre individualizada, baseada em avaliação cuidadosa, valores do paciente e objetivos clínicos compartilhados, respeitando limites éticos e a singularidade da experiência vivida. Assim, tecnologia e escuta clínica caminham juntas, favorecendo mudanças mais consistentes e sustentáveis ao longo do tratamento.
PROFISSIONAIS TREINADOS podem aplicar o neurofeedback, como psicólogos, neurologistas, psiquiatras, neuropsicólogos, terapeutas ocupacionais e psicopedagogos, que possuam treinamento e cursos específicos na técnica. A aplicação é uma ferramenta complementar para auxiliar no desenvolvimento e bem-estar humano.
As sessões clínicas geralmente duram entre 50 e 60 minutos e são repetidas duas vezes por semana, e o número de sessões necessárias para a obtenção de resultados clínicos significativos varia de acordo com a condição tratada. Relatos apontam entre 25 e 80 sessões.
Ao contrário da medicação, o neurofeedback não apresenta efeitos colaterais quando usado corretamente. O objetivo do tratamento é uma mudança positiva duradoura no comportamento do paciente.
Em resumo, a história do Neurofeedback remonta aos estudos pioneiros de Joe Kamiya, Barry Sterman e Joel Lubar na década de 1960, e desde então a técnica tem sido amplamente estudada e utilizada em uma variedade de transtornos e condições. Há uma variedade de tipos de equipamentos, com objetivo da estimulação cerebral. Essa estimulação está vinculada ao exame prévio do funcionamento cerebral, obtido através do eletroencefalograma quantitativo, para identificar as áreas e funções discrepantes do esperado.
Os protocolos para o tratamento de neurofeedback são estabelecidos de modo personalizado, de acordo com o exame prévio do cérebro do paciente, pelo eletroencefalograma quantitativo(19 canais simultâneos). É a partir daí que o profissional identifica a necessidade específica daquele paciente e define o protocolo a ser utilizado. No entanto, existem equipamentos com aplicação genérica de protocolos, que se concentram no tratamento das ondas elétricas: alfa, beta, delta, teta e gama ou em uma combinação delas.
Atendimento psicológico, neuropsicológico e tecnologias de estimulação cerebral para transformar sua saúde emocional e melhorar seu funcionamento mental.
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